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Athos Moura

Começou a carreira em 2009 no GLOBO e já teve passagens pelo O Dia e CBN. Gosta de esportes, política e assuntos jurídicos. É skatista e torcedor do Bangu.

Diogo Dantas

Repórter com mais de 10 anos de experiência. No GLOBO, cobriu Copas do Mundo, foi setorista do Flamengo e especializou-se nos bastidores e mercado da bola.

Para salvar o Vasco do rebaixamento, a 777 Partners interferiu no trabalho do diretor Paulo Bracks no fim de 2023, mas já não contava mais com os seus serviços para a próxima temporada.

A saída estava prevista independentemente da queda ou não para a Série B. Mas a empresa não costuma se desfazer de executivos no meio de um processo de trabalho.

A sensação de que Bracks não atendia o perfil da SAF do Vasco é antiga e começou com o ex-CEO Luiz Mello, que acabou desligado pois foi alvo de ameaças quando já tentava tal interferência.

Posteriormente, com a entrada de Lucio Barbosa como CEO, a constatação sobre o perfil inadequado de Bracks se confirmou, e agora se busca um executivo com mais tato com o futebol em si e mais traquejo para atuar no mercado.

Um dos erros de Bracks, na avaliação da 777, foi negar a vinda de Paulinho, que deu preferência ao clube antes de acertar com o Atlético-MG. A SAF liberou a verba, mas o diretor recuou no negócio para o Vasco investir em atletas sul-americanos em detrimento do atacante brasileiro.

O Vasco pretende anunciar nos próximos dias o novo diretor executivo de futebol. Enquanto isso, Johannes Spors, Executivo da 777 Partners, assume interinamente o cargo no clube.

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