Amamentação
 


Afinal, como saber que o bebê está mamando bem o suficiente? Quando o bebê ainda não sabe falar, é difícil saber suas vontades e necessidades. Por isso, podem surgir muitas dúvidas na hora da amamentação. Afinal, como saber que se a mamada foi efetiva, ou seja, que o bebê já está saciado e bem alimentado? Apesar de não saberem se comunicar verbalmente, os pequenos expressam sinais de saciedade. É importante que as mães fiquem atentas a esses indícios e os respeitem.

Mãe amamentando o filho — Foto: Freepik
Mãe amamentando o filho — Foto: Freepik

Vale lembrar que o Ministério da Saúde incentiva o aleitamento materno em livre demanda, o que significa que o bebê escolhe quando e por quanto tempo mamar. "O ideal é amamentá-lo sem restrições de horários e de duração da mamada. O que vai determinar a frequência e a duração das mamadas é a fome do bebê", diz Paulo Telles, pediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Sinais de saciedade (ou da mamada efetiva)

A mãe deve oferecer o seio e deixar o bebê mamando pelo tempo que quiser. Bebês de até seis meses normalmente indicam que estão satisfeitos quando soltam a mama e ficam com uma expressão de relaxamento, fechando a boca e virando seu rosto ou seu corpo de lado. "Se ele mama e relaxa, está satisfeito e não precisa mamar mais. Mas, se ele mama o primeiro seio até esvaziar e permanece acordado, agitado, ofereça o segundo", acrescenta Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação.

A frequência do xixi e do cocô também são um bom indicativo de que o bebê está mamando bem. Em geral, nos primeiros dois meses, ele usa de oito a dez fraldas ao dia e, dos três aos seis meses, de seis a oito. Além disso, o pediatra deve acompanhar o desenvolvimento da criança. Se ela está dentro da curva do crescimento, gráfico usado pelos pediatras para avaliar altura e peso, de acordo com a idade, os pais podem ficar tranquilos.

Conforme os filhos vão crescendo, os sinais de saciedade se tornam cada vez mais fáceis de perceber, segundo informações do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, do Ministério da Saúde. Aos seis meses, o bebê vira a cabeça ou o corpo, perde interesse na alimentação, empurra a mão da pessoa que está oferecendo o leite ou a comida, fecha a boca, parece angustiado ou chora.

Dos sete aos 11 meses, quando estão satisfeitos, os pequenos comem mais devagar, fecham a boca ou empurram o alimento e ficam com a comida parada na boca sem engolir. Já com 1 e 2 anos, quando geralmente já sabem falar e se comunicar de forma clara, eles balançam a cabeça, dizem que não querem, saem da mesa, brincam com o alimento e podem até jogá-lo longe.

Não se apegue à duração das mamadas

As mamadas nem sempre duram a mesma quantidade de tempo, o que pode deixar as mães aflitas quando uma é mais curta que a outra. Mas, segundo especialistas, não é preciso se preocupar. "Existem bebês que mamam 10 minutos outros 30 minutos. E nem sempre mais tempo significa mais leite", ressalta Cinthia Calsinski.

Por isso, as mães não devem se apegar ao período de cada mamada, a permanência do bebê na mama não deve ser fixa. "O tempo necessário para esvaziar uma mama varia muito para cada dupla mãe/bebê e, numa mesma dupla, pode variar dependendo da fome da criança, da idade, da força de sucção, do intervalo transcorrido desde a última mamada e do volume de leite produzido e armazenado na mama", explica Paulo Telles.

Também é possível que o tempo de mamada mude conforme o pequeno cresce e se desenvolve. "Bebês mais novos tendem a mamar por períodos mais longos, enquanto bebês mais velhos podem mamar mais rápido", afirma Rômulo Negrini, cordenador de obstetrícia do Hospital Israelita Albert Einstein. Isso porque a musculatura do pequeno vai se fortelecendo e ele vai aprendendo a mamar, tornando as mamadas mais fortes e efetivas

Num geral, os bebês em aleitamento materno exclusivo mamam de 8 a 12 vezes por dia, nem sempre em intervalos regulares. "O bebê pode mamar pouco e acabar com intervalos menores, mas também pode mamar mais e conseguir intervalos maiores entre as mamadas", diz Telles.

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